Informações sobre carreiras – PSICOLOGIA (parte final)

Empregabilidade

O acesso ao mercado de trabalho pode ser variado: concursos públicos, contratação através de empresas, consultórios particulares, clínicas, clubes esportivos, ongs, projetos públicos. Mas é claro que, dependendo da oportunidade de trabalho há exigências de uma formação posterior a graduação, mais precisamente, uma especialização. Alguns empregos também pedem experiência comprovada, já que exigem o desenvolvimento de atividade muito especializadas que não foram abordadas durante a graduação. Por exemplo, uma vaga de gestor de RH que exige o manejo em programa especializado e/ou técnicas e dinâmicas específicas para treinamento de pessoal.

Mas não podemos esquecer que a graduação exige razoável quantidade de horas de estágio, o que; somado aos conhecimentos teóricos; deverá habilitar o aluno a iniciar atuação em determinada área específica.

Formação

A graduação objetiva a formação de generalista, focando em temas mais abrangentes e deixando de se aprofundar nas práticas que as diversas abordagens oferecem. Também não entram na graduação áreas de atuação que vem se abrindo para a psicologia; as ditas “ áreas emergenciais”, onde poderíamos imaginar o apoio psicológico em sujeitos desamparados pela grandes catástrofes naturais.

Em resumo, a graduação foca-se nas áreas mais tradicionais.

Já na pós-formação existem diversos opções de pós-graduação, cursos de extensão e outros.

Desde as especializações clínicas até novos campos como na psicologia jurídica.

As especializações clínicas vão habilitar o psicólogo para atuar na área clínica com base em uma abordagem que pode ser a psicanálise, a abordagem cognitiva, a gestalt e muitas outras.

Portanto, é plausível de se compreender que um a graduação, mesmo que de 5 anos, não poderia abranger todas estas “formas” de se trabalhar com pessoas, por isso é que é preciso uma especialização. Além do mais, é no decorrer da graduação que vamos nos identificando com uma ou outra forma de trabalho.

A psicanálise, por exemplo, exige tratamentos mais longos enquanto a terapia cognitiva é menos aprofundada  fazendo com que o tratamento psicológico de uma pessoa dure menos.

Enfim, para seguir esta bela carreira é preciso que o jovem seja curioso e tenha muitas perguntas a respeito do relacionamento humano. Existem inúmeras opções de trabalho no campo e as oportunidades estão crescendo cada dia mais.

No entanto, é preciso estar sempre se reciclando e adotar alguns focos dentro da carreira.

Psicologia é vida!!

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