8
mai

Teste 3 ano

Conteúdo do tse

  • EM3 QUIM 33
  • EM3 QUIM 05
  • EM3 QUIM 12
  • EM3 QUIM 09
  • EM3 QUIM 08
  • EM3 QUIM 41
  • EM3 QUIM 42
  • Reconhecimento de funções orgânicas

EM3 QUIM 37

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7
mai

Teste 9º Ano

Apostila 1

  • EF9 QUI 01 – Matéria e suas propriedades
  • EF9 QUI 02 – Substâncias puras e Misaturas
  • EF9 QUI 03 – Separação de Misturas

 

 

Apostila 2

  • EF9 QUI 05- Estrutura atômica
  • EF9 QUI 06- Eletrosfera

 

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7
mai

Projeto de estudante da UFSCar ensina química através de mangás

Com o objetivo de ensinar química de forma simples, objetiva e atraente, uma estudante da Universidade Federal de São Carlos(UFSCar) criou um mangá, história em quadrinhos japonesa, que aborda a disciplina. A união de arte e ciência é um projeto de extensão inédito da paulistana Adriana Yumi Iwata, de 25 anos. Com o nome artístico Yumi Moony, ela buscou inspiração não só nos mangás, mas também nos quadrinhos de Maurício de Souza para roteirizar e desenhar as tramas.

A ideia de criar um fanzine, que é uma publicação independente, começou em 2009 quando ela entrou em química na UFSCar. Ele foi intitulado “Sigma Pi”, e segundo Adriana, tem a proposta de promover a ciência fora da universidade, mostrando que a disciplina está no cotidiano das pessoas. “Achei que seria interessante colocar uma coisa diferente, atrativa e informativa. Mostrar para o público geral que a química não é só uma carinha explodindo as coisas em um laboratório. Ela está em todo lugar”, destacou.

O personagem central do mangá “Sigma Pi” é Branca, uma estudante transferida para um colégio interno, onde todos os alunos são obrigados a frequentar um clube como parte de suas atividades extracurriculares. Ela vai o clube que dá título à obra e passa a frequentar um laboratório de química. As histórias se desenvolvem juntamente com o ensino da química.

fonte: Correio do Estado

 

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18
abr

Análise da prova da UERJ – Estatísticas

Fiz uma análise dos últimos 5 anos de vestibulares da UERJ. Em dez provas (primeiro e segundo exame de qualificação) tivemos 59 questões de química, o que daria uma média, aproximada,  de 6 questões por prova. Os assuntos que apareceram foram:

  • Funções orgânicas: 9 vezes
  • Soluções: 8 vezes
  • Funções químicas: 7 vezes
  • Equilíbrio químico: 6 vezes (Le chatellier apareceu 4 vezes)
  • Estequiometria: 5 vezes
  • Isomeria: 4 vezes (3 espaciais e 1 plana)
  • Ligações Químicas: 4 vezes
  • Cinética Química: 3 vezes
  • Reações de oxirredução: 3 vezes (não apareceu balanceamento)
  • Tabela e propriedades periódicas: 3 vezes
  • Estrutura atômica: 3 vezes
  • Termoquímica: 1 vez
  • Meio Ambiente: 1 vez
  • pH: 1 vez
  • Reações Químicas: 1 vez
  • Radioatividae: 1 vez

Espero que ajude a estudar de forma correta para UERJ. Boa prova para todos (menos para a concorrência)

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15
abr

Rio +20 – Ciência Hoje

Muitos duvidam do sucesso da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, que acontecerá em junho no Rio de Janeiro. No Estúdio CH desta semana, o biólogo Jean Remy Davée Guimarães explica por que a Rio+20 não está cercada pelo mesmo clima de esperança que sua predecessora, a Eco-92.

Em entrevista a Fred Furtado, Guimarães lembra que na época da Eco-92, há 20 anos, havia um otimismo sobre a possibilidade de se chegar a soluções eficientes para a crise ambiental que estava se revelando. A conferência pecou, no entanto, por não propor sanções para aqueles países que não cumprissem os acordos ali discutidos, como o Protocolo de Kyoto.

Segundo o biólogo, autor da coluna Terra em transe na Ciência Hoje On-line, o clima negativo em torno da atual conferência é um sintoma descrito por ele como “mais do mesmo” e resulta de um processo gradual que vem ocorrendo desde a Eco-92 no qual a participação dos grandes poluidores no debate sobre meio ambiente vem diminuindo. Ou seja, o prestígio político da questão parece estar desaparecendo.

Guimarães diz que a cada nova conferência há pequenos avanços, como uma maior articulação entre os governos preocupados com a situação e agências multilaterais. Ele ressalta que uma das principais conquistas tem sido mostrar a necessidade de os indicadores econômicos refletirem o custo de se destruir a natureza.

O biólogo fala ainda da proposta de incluir a questão da pobreza na discussão ambiental, da estratégia de greenwashing adotada por empresas para parecerem ‘verdes’ e de suas expectativas pessoais para a reunião.

Entrevista completa: http://cienciahoje.uol.com.br/podcasts/Expectativa%20negativa.mp3

 

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11
abr

Etanol Celulósico

A diversificação na produção de combustíveis é um fator extremamente importante, pois as fontes de origem fóssil, que são as mais utilizadas, irão exaurir-se da natureza, além de serem extremamente poluidoras. Sendo assim, o desenvolvimento de biocombustíveis se tornou uma ótima opção na busca pelo desenvolvimento de novas alternativas de combustíveis.

Uma das formas de se obter o biocombustível é através do processamento da biomassa, que é composta por lenha, bagaço de cana-de-açúcar, resíduos florestais, resíduos agrícolas, palha de milho, casca de arroz, entre outras matérias orgânicas. O etanol celulósico, por exemplo, é um biocombustível produzido através da biomassa.

Esse combustível se diferencia do etanol “comum” pela matéria-prima e pela forma de processamento. O etanol celulósico é fabricado por meio de reações químicas que promovem a quebra das cadeias dos principais polímeros que formam a estrutura das plantas: celulose, hemicelulose e pectina. Esse processo ocorre através da hidrólise enzimática ou da fermentação e destilação.

Um dos aspectos positivos da produção do etanol celulósico é que a sua matéria-prima é um subproduto das atividades agrícolas, não apresentando utilidade para a alimentação dos humanos e possuindo poucos nutrientes para ser destinada aos gados. Portanto, o aproveitamento desses resíduos para a fabricação de combustível é uma forma extremamente útil para a destinação final da biomassa.

Esse biocombustível pode ser adicionado à gasolina, como também pode ser utilizado puro. Entretanto, deve ocorrer a adaptação do veículo para receber o álcool celulósico. Especialistas afirmam que esse combustível é uma excelente opção na busca por alternativas menos agressivas ao meio ambiente e à saúde humana. Sua utilização emite menos gases poluentes na atmosfera, fato que contribui para a minimização do efeito estufa.

Fonte: http://www.brasilescola.com/geografia/etanol-celulosico.htm

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20
mar

Matéria da Prova – 1º Bimestre

9º Ano

Apostila 1 toda

1º Ano

  • EM1 QUI 04
  • EM1 QUI 05
  • EM1 QUI 06
  • EM1 QUI07
  • EM2 QUI31
  • EM2 QUI32

2º Ano

  • EM2 QUI 01
  • EM2 QUI 02
  • EM2 QUI03
  • EM2 QUI04
  • EM2 QUI05
  • EM2 QUI06
  • EM2 QUI07

3° Ano

  • Quí I: EM3 QUI01 ao EM3 QUI07
  • Quí II: EM3 QUI33 ao EM3 QUI39
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29
fev

Utilização do metano em usinas termoelétricas.

O lixo gerado nas grandes cidades pode ser transformado em energia nos aterros sanitários. O que acontece é que no solo estão presentes bactérias que utilizam a matéria orgânica para a obtenção de energia. Na ausência de oxigênio, o metabolismo dessas bactérias produzirá metano ao invés de gás carbônico.

Um morador de uma grande cidade produz cerca de 1,0Kg de lixo por dia, destes 70% podem ser transformados em metano pelas bactérias. Um projeto de estudantes da UNICAMP comprovou que em uma cidade com um milhão de habitantes, uma usina termoelétrica pode gerar um lucro de R$442.000 incluindo a energia produzida e a venda de créditos de carbono.

Sabendo que o investimento para implementação de uma usina dessas é de 40 milhões de reais, o investimento teria o retorno em menos de 3 anos e ainda resolveria um grande problema das grandes cidades.

 

Bjos para todos.

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27
fev

O bafômetro mede realmente a quantidade de álcool no organismo?

Cabe lembrar que o bafômetro não mede a quantidade de álcool no sangue, mas sim a quantidade de álcool no ar expirado. O ar exalado tem correlação com a concentrarão de etanol no sangue por um mecanismo semelhante ao das trocas gasosas que ocorrem no pulmão. Por exemplo, 0,2g/L (gramas por litro) de etanol sérico (sanguíneo) correspondem a aproximadamente 0,1mg/L (miligrama por litro) de etanol no ar expirado. No entanto, ha alguns fatores que podem interferir no metabolismo do álcool, como a massa corporal da pessoa, a ingestão de determinados medicamentos e alimentos juntamente com a bebida alcoólica, além da idade do individuo. Pessoas mais velhas e com maior peso corporal tendem a ter menor quantidade de agua no corpo, fazendo com que a difusão do álcool nos tecidos seja lenta e, assim, haja maior concentração de álcool no sangue. Esses fatores contribuem para que, ocasionalmente, possam ocorrer pequenos erros no resultado do bafômetro. Existem vários estudos que comprovam a correlação entre o álcool no ar expirado e o álcool no sangue. A pequena variação existente nessa correlação (de 2% a 5%) valida cientificamente o teste.

Fonte: Revisa ciência hoje

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26
fev