8
jan

2012 começando com novidades…

Ávidos leitores,

um feliz ano novo para todos vocês!

O post em questão será para anunciar aos queridos alunos e leitores do Blog do Intellectus a mudança na Coordenação de Disciplina de Português. Há dois anos, acompanhamos o trabalho do estimado Professor Raphael Torres, que, para 2012, passou a responsabilidade sobre a Equipe de Língua Portuguesa para minhas mãos. Posso dizer que estou bem ansiosa e cheia de trabalho pela frente! rs

Assim, galerinha, vamos nos comunicar bastante por aqui, trazendo sempre novidades e, dentro do possível, atendendo aos pedidos, buscando solucionar as dúvidas de cada um. É com um orgulho danado que aceito esse desafio!

Um 2012 recheado de boas notícias e boas discussões em nosso Blog! Vibrações positivas!

Até,

Michelle Nunes ;)

 

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30
dez

Ano Novo, Novos Objetivos

Pois é, gente,

este será meu último post de 2011. O que poderia causar uma nostalgia, na verdade, tem um gostinho de “trabalho feito” em relação ao ano que passou. Fiz minha estreia por aqui e posso dizer que foi muito bom escrever para vocês e poder, de alguma forma, contribuir com informações, com minha torcida, com meus votos de sucesso para cada um de vocês.

Mas, vá lá, 2011 passou e 2012 está chegando, fresquinho, pronto para ser vivido, experienciado, aproveitado da melhor maneira possível. Tropeços? Sim, haverá. Erros? Sim, existirão. Somos humanos e isso nos faz errar, mas também de termos a capacidade de aprendermos e nos superarmos a cada passo.

Assim, estaremos por aqui, prontos a informar sobre aquilo que nos for possível, a entreter nos momentos de folga e apertar quando a palavra de ordem for: ESTUDO.

Conte com esse espaço para comentar, compartilhar e nos dar novas ideias. Esse é o nosso canto! ;)

Que 2012 seja um ano de mais consciência, de mais paz, de mais respeito, de mais amizade, de mais amor, demais!

Tim-tim!

Um beijo a todos! :*

Até (2012!rs) ;)

 

Michelle Nunes

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A nota no vestibular não foi aquela que você esperava? Você conferiu o gabarito, mas, de acordo com seus cálculos, a nota de alguma prova pode estar equivocada? Pode ser simplesmente o calor da hora da avaliação que fez com que você esperasse algo diferente ou, de fato, pode ter havido um equívoco na correção. Nesse caso, o que fazer?

Lembre-se: as notas são passíveis de revisão. Para saber como se faz o requerimento, visite o site do vestibular para o qual se inscreveu, mas não deixe de tentar se realmente tiver dúvida.

Boa sorte a todos!

Amanda Dinucci

 

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21
dez

Saiu o Resultado do Enem, gente!

Hoje saiu o resultado do ENEM/2012. Há muitos alunos com dúvidas na avaliação de seu desempenho, pois somente têm acesso ao resultado pessoal. Bom, nesse caso, você precisa compreender que isso vai depender do curso e da instituição escolhidos.
O cálculo realizado pelo INEP ocorre a partir da TRI (Teoria da Resposta ao Item) que realiza a média final por meio das cinco notas do candidato: uma para cada área de conhecimento avaliada – Ciências da Natureza, Ciências Humanas, Linguagens e Matemática –, mais a média da redação.

Além disso, em cada uma das áreas avaliadas, a média obtida depende também da dificuldade das questões erradas e acertadas pelo estudante, e da consistência das respostas. Por isso, é comum ver que aqueles que acertam o mesmo número de questões apresentam médias diferentes.

Nas áreas de conhecimento, as médias obtidas têm variado entre 200 e 900. Numa análise final, o candidato que apresenta 0 a 40, inclusive, é considerado de insuficiente a regular; o que apresenta de 40 a 70, inclusive, é considerado de regular a bom e o e que corresponde às notas entre 70 a 100, de bom a excelente.

Fique de olho no resultado, verificando na página do ENEM.

Boa sorte, querido candidatos!

Compartilhe conosco sobre seu resultado!

Um beijão!

Até

Michelle Nunes ;)

 

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18
dez

Enfim, é o fim…

É, galerinha,

hoje foi o último dia de concurso vestibular. E vem novidade por aí para 2013: a UFF aderindo 100% ao ENEM, confirmando as notícias que ouvíamos desde a adesão da UFRJ.

A prova de Língua Portuguesa/ Literatura Brasileira contemplou o pré-modernismo, com Lima Barreto, e o Modernismo, com a pintora anita Malfatti, e questões da textualidade: a sintaxe na progressão do texto, a coesão e coerência.

A prova de Redação surpreendeu por apresentar apenas 01 proposta dissertativa, contrariando a tradição da Universidade Fluminense. O tema não foi tão complexo, abordando a cidade, as necessidades para uma transformação formação urbana, diferente das outras edições deste ano, que abordaram a internet.

Confira as provas com gabarito!

LPLB

Redação

Até

Michelle Nunes ;)

 

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17
dez

UFF 2012: É amanhã! “Pé de pato, magalô três vezes!” :D

E aí, galerinha!!!!

Uma semana de discussões sobre as estruturas de redação da UFF serviu para mostrar a você, querido aluno/leitor de nosso blog, que as provas de Língua Portuguesa e Redação da UFF buscam avaliar a competência linguística do candidato, ou seja: saber de você se há o reconhecimento a respeito das várias formas de expressão da Língua, seja em gêneros textuais distintos, seja nas variantes linguísticas, sem preconceito! :)

Variação linguística? É a diferença regional, social, etária, que se apresenta na Língua Portuguesa. A UFF preza pela instrumentalização da língua em favor dessa diversidade. Só para relaxa e ilustrar, veja esse quadro apresentado pelo humorista Nelson Freitas, no “Programa do Jô”, exibido em 2009:

Imagem de Amostra do You Tube

:D Muito bom, né?

É, meus queridos! Boa sorte amanhã! Pensamentos positivos e toda calma na hora da prova. Última palavra para a última etapa da UFF: SUCESSO!!!!!

Até!

Michelle Nunes ;)

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16
dez

Redação UFF: Uma Imagem Vale Mais Que Mil Palavras…

Dizem que uma imagem vale mais que mil palavras. Será?

Parece que UFF acha que sim. As últimas propostas de redação trabalharam bastante com a chamada linguagem não verbal. A imagem a seguir, por exemplo, apareceu na prova de 2007:

O texto deveria ter um caráter predominantemente dissertativo e o tema abordava a linguagem corporal.

Havia o seguinte excerto:

“Quando falamos, para além das palavras, o corpo emite sinais significativos na construção da mensagem. O receptor, ao “ler” estes sinais percebe o conteúdo, o assunto, a personalidade, o desejo, a sinceridade ou não do emissor.”

É preciso saber “ler” a imagem. É isso mesmo! Você deve estar pensando: “Como vou ler uma imagem?”

O mais importante é saber analisar uma imagem cuidadosamente. Gêneros textuais, como charges, cartuns, tirinhas são muito comuns na prova e você deve estar preparado para isso. Para um bom resultado, é importante atentar-se a certos elementos não verbais, como formas, expressões faciais dos personagens, posição, postura, dinâmica de fundo, cores, por exemplo.

Para isso, é necessária uma percepção mais apurada. Uma informação pode ser transmitida nas mais diversas formas de linguagem, desde verbal (palavras), não verbal (imagens) ou mista ou híbrida (verbal e não verbal). O fundamental é você saber selecionar aquilo que for mais importante.

A ideia deste post é justamente alertá-lo, querido aluno, sobre a importância de saber interpretar esse tipo de leitura visual.

Sucesso no domingo! Excelente prova para vocês!  =)

Beijinhos,

Priscila Gomes.

 

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15
dez

“Ai ai ai ai, ‘tá chegando a hora…” – Texto de opinião

Ao lado das propostas dissertativas, os gêneros argumentativos são aqueles que figuram com maior frequência nos vestibulares. Isso acontece porque eles permitem aos examidores observar a capacidade de articulação de ideias e seleção de argumentos dos candidatos. Hoje, portanto, iremos falar sobre um deles, o “Artigo (ou texto)
de opinião”. O tipo textual foi cobrado na UFF em 2009 e 2010. Prontos? Então, acompanhem-me!

O artigo de opinião é um texto argumentativo a partir do qual se defende um ponto de vista sobre uma questão polêmica, muitas vezes debatida em sociedade. Ele é elaborado, basicamente, com a mesma intenção da dissertação argumentativa: convencer o leitor a concordar com a tese apresentada pelo autor do texto sobre algum assunto que, em geral, gera conflito de ideias.

Como todo texto de natureza argumentativa, os artigos de opinião são estruturados para convencer o leitor de que a perspectiva adotada pelo autor do texto é a melhor. Nesse sentido, não apresentam uma estrutura fixa como a dissertação, mas precisam contar com partes que desempenhem determinadas funções, como por exemplo:

1. Uma introdução: nela, contextualize e apresente o tema a ser abordado em seu texto
2. Em seguida, comece a explicação da questão que está sendo discutida.
3. Não se esqueça de utilizar argumentos sólidos para defender a sua posição.
4. Se achar necessário, fale sobre um ponto de vista contrário ao seu, refutando-o com
outros argumentos.
5. Após isso, retome o que você vem defendendo desde o início. Lembre-se que citar uma
posição contrária a sua pode ser muito válido, mas é preciso saber fazê-lo. Se
não sentir segurança, apenas defenda o seu lado.
6. Por fim, faça a sua conclusão, retomando o que foi dito, resumindo sua opinião.

Lembre-se de que essa estrutura não é fixa ou tão rígida quanto a da dissertação, mas cabe a você o bom senso. Antes de começar a escrever loucamente, desesperado para terminar logo a redação, pare um pouco e reflita: “o que você pensa sobre esse assunto?” Sua resposta será sua TESE, ou seja, aquilo que você irá defender em seu texto. Após esse momento, pense em “por que você pensa exatamente isso?” Essa pergunta te levará a escolher os argumentos pertinentes ao seu texto. Lembre-se de que você pode ter muitos argumentos, mas precisa selecionar aqueles que são mais coerentes com o que você pretende defender.

Ao compor seu texto, leve em consideração o interlocutor: quem irá ler sua produção. A linguagem deve ser adequada ao gênero e ao perfil do público leitor. Não se preocupe em tentar adivinhar para quem você está escrevendo. No vestibular, seu texto deve abarcar a maior quantidade de pessoas possível, ou seja, escreva para muitos. Imagine que seu texto será publicado em uma revista de grande circulação. Fica mais fácil.

É preciso um cuidado em relação ao tema oferecido, levando-se em conta que o parágrafo introdutório é o norteador de toda a estrutura dissertativa, aquele que carrega uma ideia nuclear a ser utilizada de maneira pertinente em todo o desenvolvimento do texto. Existem diversas maneiras de se elaborar a introdução de um texto de opinião,  basicamente as mesmas utilizadas para a introdução da dissertação.

Escolha os argumentos que podem fundamentar a ideia principal do texto de modo mais consciente e desenvolva-os. Citar uma autoridade, trabalhar com causa e consequência, mostrar dados relevantes, fatos ocorridos, achar uma justificativa, tudo isso é argumentar de maneira sólida.

O texto de Lya Luft chamado “O que deixar para nossas crianças” é um bom exemplo do que falamos nesse post. Leia-o aqui para você se familiarizar com o gênero.

E para finalizar: para emitir opinião sobre qualquer assunto é preciso estar informado, é preciso saber do que vamos falar. Temos que ter lido, pesquisado, ter a mente curiosa,
olhar o mundo com olhos críticos. Escrever com clareza é pensar com clareza. E essa dica não é só para o vestibular não, ok?

Serenidade, calma e foco! Já, já está acabando!

Beijocas!

Elisa

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14
dez

Ainda com fôlego? Estrutura Descritiva na UFF

Olá, galera!

No post da professora Elisa Pires (textos temáticos e textos figurativos), vimos que não há um texto puramente narrativo, descritivo ou dissertativo. O que acontece é um  predomínio de um desses tipos. Pois bem, hoje falaremos um pouquinho sobre o tipo descritivo que, embora não seja muito pedido no vestibular, ajuda na composição de um outro tipo textual.

Na prova de 2008, por exemplo, foi pedido em uma das propostas que se fizesse um texto predominantemente narrativo com uma “caracterização  de  um   personagem: quem é; como se apresenta; caracterização de tempo e de lugar, ou seja, a proposta desejava que fosse feito um retrato verbal do personagem,  do momento e do espaço em que os fatos narrados aconteceriam. Descrever é isto: imagens que permitem uma visualização do que está sendo descrito.

Mas… cuidado! Realizar uma descrição não é apenas fazer um relato das partes que compõem um todo; descrever um cômodo,  informando que ele possui quatro paredes, um teto, uma porta e duas janelas, por exemplo, não define nada. São apontadas características genéricas, comuns à maioria dos cômodos; tanto, que não fica claro se é um quarto ou uma sala.

Por isso, é essencial no texto descritivo que haja o traço distintivo, individual, particular. E é para isso que o enunciado de uma das propostas de 2006 chama a atenção, pedindo para que caracterize o personagem escolhido com detalhes, que o diferencie dos outros, tornando-o único: “O  personagem escolhido para  a narrativa tem de estar caracterizado de tal modo que seja facilmente identificado  na charge de Lan.”.

Além da descrição visual, um bom texto descritivo não pode deixar de ter  outras sensações, pois nossa percepção da realidade se dá por meio também da audição, do olfato, do tato e da gustação. Esses sentidos poderiam ser bem explorados em uma proposta de 2008 que pedia um texto predominante descritivo    que fosse “uma espécie de depoimento sobre o bairro em que você vive, ressaltando seus pontos positivos e negativos.

E como se estrutura um texto descritivo? Vamos ver algumas características.

Há predomínio de:

  • frases nominais;
  • orações centradas em predicados nominais;
  • verbos de estado (ser, estar, parecer, virar, ter, etc);
  • verbos conjugados no presente ou no imperfeito do indicativo (pois a intenção é descrever um ser num determinado momento, passando uma noção estática de permanência);
  • adjetivos na função de adjunto adnominal e/ou na de predicativo.
  • períodos curtos e coordenação.

O Foco descritivo pode ser apresentado sob duas formas:

  • Descrição objetiva: quando o objeto, o ser, a cena, a passagem são apresentadas como realmente são, concretamente. EX: Sua altura é 1,85m. Seu peso, 70Kg. Aparência atlética, ombros largos, pele bronzeada. Moreno, olhos negros, cabelos negros e lisos”.
  • Descrição subjetiva: quando há maior participação da emoção, ou seja, quando o objeto, o ser, a cena, a paisagem são transfigurados pela impressão de quem escreve. EX: “Nas ocasiões de aparato é que se podia tomar pulso ao homem. Não só as condecorações gritavam-lhe no peito como uma couraça de grilos. Ateneu! Ateneu! Aristarco todo era um anúncio; os gestos, calmos, soberanos, calmos, eram de um rei…” (“O Ateneu”, Raul Pompéia).

Seguindo as dicas desta semana especial, certamente, você realizará uma prova com muito mais segurança e foco!

Boa Sorte! Boa Prova!

Lívia Jandre

 

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13
dez

Missão dada é missão cumprida! – Redação UFF

 

A produção de uma narrativa eventualmente aparece como opção no Vestibular UFF. O interessante de saber elaborar um texto desse tipo – além de ser uma alternativa para quem tem dificuldades com a dissertação – é que se desenvolve uma grande habilidade para interpretação de textos do gênero, muito cobrados nos vestibulares.

Para isso, é necessário entender as etapas do enredo. Apresentam-se numa introdução os elementos básicos para contextualizar a história a ser narrada, como, por exemplo, o lugar e o tempo em que ocorre. A quebra desse estado inicial é muito importante já que o gênero é marcado por transições. Deve haver, portanto, um acontecimento que mude a ordem natural ou previsível das coisas. Ocorre a partir de então uma complicação que atinge um ponto máximo, o qual chamaremos de clímax. A complicação se encerra e há, por fim, o desfecho, que pode configurar a volta à normalidade ou a instauração de um novo estado.

Nos filmes modernos que assistimos dificilmente a história segue essa ordem, não é mesmo? A sequência de “Tropa de Elite” (1 e 2) é exemplo disso. Há o uso de “flashback”. No caso do último, o filme começa com uma cena que nos faz ter uma conclusão do final, mas após voltarmos no tempo para entender o que está acontecendo, somos surpreendidos por um desfecho inesperado.

Subverter a ordem natural do enredo começando pelo desfecho ou pelo clímax para apresentar o desfecho depois é uma boa opção para demonstrar que você tem domínio da estrutura e tem um planejamento do texto. Afinal, só se pode fazer isso quando se tem em mente a história completa. Para alcançar isso em poucos minutos, você pode recorrer a seis perguntas básicas:

  1. O quê? Acontecimento central
  2. Como? Articulação dos fatos
  3. Por quê? Causas, explicações
  4. Onde? Espaço(s)
  5. Quando? Tempo
  6. Com quem? Personagens

Que tal conhecer algumas propostas e praticar?

Boa sorte na missão, senhores!

Amanda Dinucci

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