16
mai

Facebook incentivando a doação de órgãos

Um convite para pensar…

Agora você que faz parte do Facebook pode compartilhar a sua intenção de doar os seus órgãos. A rede disponibilizou um aplicativo em que o usuário compartilha a sua vontade de ajudar o próximo.

Mais uma vez, Zuckerberg demonstra que almeja a transformar a sua rede em uma ferramenta que possa conectar as pessoas para melhorar as suas vidas e não só como um passatempo recheado de bobagens.

Quer conhecer o aplicativo? Clique aqui: http://apps.facebook.com/doacao_orgaos/?ref=ts

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30
abr

Farinha do mesmo saco

Um convite para pensar…

Na última semana, o deputado federal Anthony Garotinho publicou em seu blog fotos que comprometem o governador Sergio Cabral, em mais uma de suas relações mal explicadas, dessa vez com Fernando Cavendish, proprietário da Delta Construções, empresa alvo de denúncias recentes de corrupção. Garotinho promete outras revelações bombásticas, envolvendo Cabral.

Leia mais: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/garotinho-publica-fotos-de-cabral-e-cavendish-em-paris

O interessante (e trágico) da situação toda é constatar o nível de lealdade e honestidade de nossos representantes. Há seis anos atrás, Garotinho apoiou Sergio Cabral nas eleições para o governo do Estado. A ligação só não foi mais explícita, pois o filme de Garotinho estava bem queimado na época.

Agora, o deputado ataca de defensor da ética pública, denunciando o ex-companheiro de palanque. Até parece que esquecemos as irregularidades das últimas eleições para prefeitura de Campos, quando sua esposa Rosinha driblou a legislação eleitoral tão acintosamente, que teve seu mandato cassado.

Por outro lado, sabemos também das relações inquietantes do nosso atual governador. Além de Cavendish, ele já recebeu passeios bancados por Eike Batista. O fato foi tão constrangedor que o próprio publicou um Código de Ética, que proibia que membros do executivo aceitassem favores do setor privado. Entretanto, nosso governador continuou passeando tanto que, este ano, a ONG Meu Rio iniciou uma campanha para que o governador explicasse suas excessivas viagens. Acredito que Sergio Cabral tenha esquecido o próprio Código.

A situação toda me lembra alguns ditados populares como “ladrão que rouba ladrão…”, “o sujo falando do mal lavado” e a melhor de todas: eles são “farinha do mesmo saco”.

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15
mar

Racismo em Brasília

Um convite para pensar…

Não é de hoje que nossos “representantes” políticos demonstram atitudes que não nos orgulham, ou que sejam pelo menos dignas de respeito. Mas assistirmos a práticas racistas é demais. E foi o que aconteceu.

Ao ser abordado por um policial, que requisitou sua identificação para entrar na Câmara, o deputado Carlo Alberto Leréia (PSDB-GO) negou-se a cumprir o pedido e pediu que o mesmo, de pele negra, “procurasse um pau para subir”. O policial ainda afirma que foi chamado de “macaco”, o que é negado pelo deputado.

Ora, a citação “procurar um pau para subir” é clara e evidente uma posição pejorativa e racista. A partir da Constituição de 1988, a injúria (agressão verbal) de base racial é um crime inafiançável. Portanto, o deputado poderia ser preso, desde que o ato fosse flagrante, apesar de sua imunidade parlamentar. Dois senadores presenciaram a cena, será que eles serão corporativistas?

Leia a reportagem completa: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/deputado-do-psdb-e-acusado-de-racismo-contra-servidor

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15
fev

Política vs Ética

Um convite para pensar…

Hoje, a imprensa noticiou que a presidenta Dilma Rousseff irá substituir cinco entre os sete membros da Comissão de Ética da Presidência. Motivo: a comissão abriu inquérito para investigar o atual ministro do desenvolvimento, Fernando Pimentel.

É fato que o ministro faz parte do núcleo duro do governo e, portanto, diferentemente de outras quedas, esta seria muito sentida pela presidenta e a situação de uma forma geral. O desenrolar de uma investigação iria paralisar o Legislativo e atrapalhar o andamento dos trabalhos das casas, que já se caracterizam pela ineficiência. Dessa forma, a presidenta prefere ignorar as denúncias e “tocar o bonde” como se nada estivesse acontecendo.

Por um lado, a “máquina” anda melhor. Afinal, sem oposição ou debate é mais fácil governar e a “roda gira mais rápido”. Porém, pensar no curto prazo e valorizar faltas imagens é um erro recorrente em ambientes políticos atrasados como o nosso.

Quando aprenderemos que, por mais penoso que seja, exterminar comportamentos ilícitos tornará transformará a cultura nacional. Teremos uma sociedade mais educada e confiante. A auto-estima do brasileiro será mais elevada e emergirão outras atitudes éticas, que asfaltarão o caminho sustentável para outras condições socioeconômicas.

Tenha coragem, Dilma. Deixe a Comissão de Ética trabalhar tranquilamente. Incentive essa prática. E seu legado será inestimável.

Leia a matéria toda:

http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI5614031-EI7896,00-Dilma+tira+da+Comissao+de+Etica+por+Pimentel+diz+jornal.html

 

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1
dez

Consumo consciente: Zara e o trabalho escravo

Um convite para pensar…

Em Junho deste ano, a Zara, marca espanhola de moda, ganhou destaque na mídia, não por suas roupas, mas por envolvimento com situações de trabalho degradante. Trabalhadores, forçados a jornadas de quatorze horas diárias e remunerações ínfimas, foram encontrados em duas confecções terceirizadas contratadas pela grife.

Hoje, foi divulgado que a empresa RECUSOU a assinatura do TAC (Termo de Ajusta de Conduta) em relação ao caso. O Ministério Público propôs que a grife invista R$20 milhões no combate ao trabalho escravo, reduza a contratação de terceirizadas e se responsabilize pelas condições de trabalho nas terceirizadas. Aparentemente, um acordo justo, uma vez que uma empresa deve fortalecer condições adequadas de trabalho, ou seja, não aceitar fornecedores que não comunguem dessa política.


Mas o pessoal da Zara pensa diferente. Segundo eles, o problema não é só da marca, mas de todo setor, já que as terceirizadas são autônomas e prestam serviços para outras marcas. Trocando em miúdos: se todos estão errados por que devemos só nós devemos ser punidos?

Leia mais: http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticias/54083/zara+se+recusa+a+assinar+acordo+com+ministerio+publico+sobre+trabalho+escravo.shtml

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23
nov

Estudo sobre Segurança Pública questiona dados do Governo do Rio

O que faz um Governo esconder números para diminuir o que os telejornais isentos (raros) não negam?

Matéria G1- Dados não são confiáveis

Lembra o filme Tropa de Elite, quando o delegado adultera dados dos mortos para diminuir incidência próxima à sua delegacia. Esse fato vem provar que ainda não temos uma política de segurança, mas sim uma segurança pronta a atender à política ou é apenas um erro de leitura, como  Governo Estadual afirma?

E, nós, que temos a mania de nos apoiar em heróis, temos que nos perguntar: quem irá nos salvar agora que o “Capitão Nascimento se rendeu ao poder da mídia?

 

 

 

 

 

 

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31
out

Código de Ética

Um convite para pensar…

Em nossa sociedade, convivemos em redes com diversas pessoas que possuem valores, crenças, perspectivas diferentes. Por exemplo, no trabalho, na escola, na vizinhança, no clube, na igreja, ou seja, em todos os espaços do nosso dia a dia nos relacionamos com diversas pessoas. Essa variedade de personalidades produz uma diversidade de comportamentos, que provoca muitos conflitos.

A fim de evitar esses conflitos e produzir um padrão mínimo de valores e atitudes comuns, organizações e classes produzem um Código de Ética. Nele poderão ser encontradas as exigências comportamentais consideradas fundamentais para fazer parte daquele grupo.

E na sua sala de aula, junto com seus colegas? Quais seriam as suas sugestões (de regras) para a construção de um Código de Ética?

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28
out

Alunos protegendo alunos… mesmo estando errados

Um convite para pensar…

Ontem à noite, em um campus da USP (Universidade de São Paulo), alunos e policiais militares entraram em confronto. Motivo da confusão? Policiais iriam deter três alunos que consumiam maconha dentro de um carro, no campus. Porém, a situação não pode ser banalizada.

Há algum tempo muitos alunos protestavam contra a permanência da PM na universidade, ampliada desde Setembro, quando o reitor assinou convênio com a Polícia Militar para aumentar o efetivo na cidade universitária, após o assassinato de um aluno. Muitos alunos aprovam o aumento do efetivo, já que representou uma ampliação da segurança local.

Entretanto, outros alunos querem a PM longe da universidade. Entender os motivos não é difícil, já que a Polícia Militar, no Brasil, não tem uma tradição de respeitar protestos ou agir com competência na administração das massas, quando reunidas. Além disso, é legítimo que eles façam manifestações pacíficas em favor de seu ponto de vista.

Mas nada justifica querer burlar ou impedir o cumprimento de uma lei. Os policiais que detiveram os jovens com maconha estavam errados? Obviamente que não. Não esqueça que, para responder essa pergunta, é irrelevante a sua posição a respeito da liberalização da droga, pois se é lei tem que ser cumprida.

Se a questão é a oposição à lei, os jovens devem buscar modificá-la seguindo o processo democrático. Devem militar nas “marchas da maconha”, – forma democrática de exposição de ideias – escolher conscientemente seus representantes e cobrar o debate nos diversos segmentos do Estado e da sociedade civil. Agora, não podemos aprovar uma ação violenta, resistente a lei estabelecida e corporativistaalunos protegendo alunos, mesmo estando errados. Esse não é o caminho para uma sociedade mais plural, justa e equilibrada.

Mais informações: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/10/policia-militar-entra-em-confronto-com-alunos-na-usp.html

Para pensar: você concorda que as pessoas da mesma classe devem se proteger, mesmo estando errados?

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24
out

Hackers derrubam ilegalmente 40 sites de pedofilia

O que você acha melhor, manter democraticamente, um site que incita ou explora a pedofilia ou que um hacker invada ilegalmente esse site e o tire do ar?

Hackers “derrubam” sites de pedofilia 

O que é pior: a organização de hackers chamada Anonymous  não usar o código ético, ou sites que exploram pornografia infantil completamente livres e impunes na web?!

Quanto à história de que prejudicaram supostas investigações, se há uma provinha sequer e temos os nomes dos bandidos, porque as autoridades ainda não o prenderam?!

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3
out

O caso Rafinha Bastos

Um convite para pensar…

O humorista Rafinha Bastos não estará co-apresentando o CQC no dia de hoje, pois foi afastado por tempo indeterminado, e será substituído pela colega Mônica Iozzi. Motivo: punição pela “brincadeira” feita com Wanessa Camargo em um programa exibido 19/09 – veja o vídeo.

Imagem de Amostra do You Tube

Acontece que o marido de Wanessa é sócio do Ronaldo Fenômeno e este se posicionou publicamente contra a piada de Rafinha. Então, o problema ganhou uma dimensão enorme.

A questão é polêmica e reabre o debate sobre os limites do humor. Na década de 80, os Trapalhões, programa dominical liderado por Renato Aragão, “brincava” à vontade com a cor da pele das pessoas, mas hoje em dia é considerado racismo. Nos anos 90, na Escolinha do Professor Raimundo havia um desfile de estereótipos, inclusive deboche com um personagem homosexual extravagante(o “seu” Peru). Hoje, isso já não é bem visto. Exagero ou fim de uma falta de respeito?

Algumas questões nos ajudam a refletir: o Rafinha queria de fato(literalmente) dizer aquilo ou foi uma elogio metaforizado? Se fosse alguém desconhecido seria visto da mesma maneira? Existe um limite entre o humor e o desrespeito? Como se faz essa distinção publicamente? Existe humor sem deboche?

Por outro lado: a “brincadeira” do Rafinha não foi excessiva ao mencionar o filho do casal? O humorista precisa apelar e ridicularizar uma pessoa pública para fazer graça? Deveríamos estar alimentando humores mais criativos e menos apelativos? Por se referir a uma pessoa pública, esta não deveria concordar com a brincadeira?

Qual a sua opinião? Comente.

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