1
dez

Consumo consciente: Zara e o trabalho escravo

Um convite para pensar…

Em Junho deste ano, a Zara, marca espanhola de moda, ganhou destaque na mídia, não por suas roupas, mas por envolvimento com situações de trabalho degradante. Trabalhadores, forçados a jornadas de quatorze horas diárias e remunerações ínfimas, foram encontrados em duas confecções terceirizadas contratadas pela grife.

Hoje, foi divulgado que a empresa RECUSOU a assinatura do TAC (Termo de Ajusta de Conduta) em relação ao caso. O Ministério Público propôs que a grife invista R$20 milhões no combate ao trabalho escravo, reduza a contratação de terceirizadas e se responsabilize pelas condições de trabalho nas terceirizadas. Aparentemente, um acordo justo, uma vez que uma empresa deve fortalecer condições adequadas de trabalho, ou seja, não aceitar fornecedores que não comunguem dessa política.


Mas o pessoal da Zara pensa diferente. Segundo eles, o problema não é só da marca, mas de todo setor, já que as terceirizadas são autônomas e prestam serviços para outras marcas. Trocando em miúdos: se todos estão errados por que devemos só nós devemos ser punidos?

Leia mais: http://ultimainstancia.uol.com.br/conteudo/noticias/54083/zara+se+recusa+a+assinar+acordo+com+ministerio+publico+sobre+trabalho+escravo.shtml

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23
nov

Estudo sobre Segurança Pública questiona dados do Governo do Rio

O que faz um Governo esconder números para diminuir o que os telejornais isentos (raros) não negam?

Matéria G1- Dados não são confiáveis

Lembra o filme Tropa de Elite, quando o delegado adultera dados dos mortos para diminuir incidência próxima à sua delegacia. Esse fato vem provar que ainda não temos uma política de segurança, mas sim uma segurança pronta a atender à política ou é apenas um erro de leitura, como  Governo Estadual afirma?

E, nós, que temos a mania de nos apoiar em heróis, temos que nos perguntar: quem irá nos salvar agora que o “Capitão Nascimento se rendeu ao poder da mídia?

 

 

 

 

 

 

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31
out

Código de Ética

Um convite para pensar…

Em nossa sociedade, convivemos em redes com diversas pessoas que possuem valores, crenças, perspectivas diferentes. Por exemplo, no trabalho, na escola, na vizinhança, no clube, na igreja, ou seja, em todos os espaços do nosso dia a dia nos relacionamos com diversas pessoas. Essa variedade de personalidades produz uma diversidade de comportamentos, que provoca muitos conflitos.

A fim de evitar esses conflitos e produzir um padrão mínimo de valores e atitudes comuns, organizações e classes produzem um Código de Ética. Nele poderão ser encontradas as exigências comportamentais consideradas fundamentais para fazer parte daquele grupo.

E na sua sala de aula, junto com seus colegas? Quais seriam as suas sugestões (de regras) para a construção de um Código de Ética?

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28
out

Alunos protegendo alunos… mesmo estando errados

Um convite para pensar…

Ontem à noite, em um campus da USP (Universidade de São Paulo), alunos e policiais militares entraram em confronto. Motivo da confusão? Policiais iriam deter três alunos que consumiam maconha dentro de um carro, no campus. Porém, a situação não pode ser banalizada.

Há algum tempo muitos alunos protestavam contra a permanência da PM na universidade, ampliada desde Setembro, quando o reitor assinou convênio com a Polícia Militar para aumentar o efetivo na cidade universitária, após o assassinato de um aluno. Muitos alunos aprovam o aumento do efetivo, já que representou uma ampliação da segurança local.

Entretanto, outros alunos querem a PM longe da universidade. Entender os motivos não é difícil, já que a Polícia Militar, no Brasil, não tem uma tradição de respeitar protestos ou agir com competência na administração das massas, quando reunidas. Além disso, é legítimo que eles façam manifestações pacíficas em favor de seu ponto de vista.

Mas nada justifica querer burlar ou impedir o cumprimento de uma lei. Os policiais que detiveram os jovens com maconha estavam errados? Obviamente que não. Não esqueça que, para responder essa pergunta, é irrelevante a sua posição a respeito da liberalização da droga, pois se é lei tem que ser cumprida.

Se a questão é a oposição à lei, os jovens devem buscar modificá-la seguindo o processo democrático. Devem militar nas “marchas da maconha”, – forma democrática de exposição de ideias – escolher conscientemente seus representantes e cobrar o debate nos diversos segmentos do Estado e da sociedade civil. Agora, não podemos aprovar uma ação violenta, resistente a lei estabelecida e corporativistaalunos protegendo alunos, mesmo estando errados. Esse não é o caminho para uma sociedade mais plural, justa e equilibrada.

Mais informações: http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2011/10/policia-militar-entra-em-confronto-com-alunos-na-usp.html

Para pensar: você concorda que as pessoas da mesma classe devem se proteger, mesmo estando errados?

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24
out

Hackers derrubam ilegalmente 40 sites de pedofilia

O que você acha melhor, manter democraticamente, um site que incita ou explora a pedofilia ou que um hacker invada ilegalmente esse site e o tire do ar?

Hackers “derrubam” sites de pedofilia 

O que é pior: a organização de hackers chamada Anonymous  não usar o código ético, ou sites que exploram pornografia infantil completamente livres e impunes na web?!

Quanto à história de que prejudicaram supostas investigações, se há uma provinha sequer e temos os nomes dos bandidos, porque as autoridades ainda não o prenderam?!

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3
out

O caso Rafinha Bastos

Um convite para pensar…

O humorista Rafinha Bastos não estará co-apresentando o CQC no dia de hoje, pois foi afastado por tempo indeterminado, e será substituído pela colega Mônica Iozzi. Motivo: punição pela “brincadeira” feita com Wanessa Camargo em um programa exibido 19/09 – veja o vídeo.

Imagem de Amostra do You Tube

Acontece que o marido de Wanessa é sócio do Ronaldo Fenômeno e este se posicionou publicamente contra a piada de Rafinha. Então, o problema ganhou uma dimensão enorme.

A questão é polêmica e reabre o debate sobre os limites do humor. Na década de 80, os Trapalhões, programa dominical liderado por Renato Aragão, “brincava” à vontade com a cor da pele das pessoas, mas hoje em dia é considerado racismo. Nos anos 90, na Escolinha do Professor Raimundo havia um desfile de estereótipos, inclusive deboche com um personagem homosexual extravagante(o “seu” Peru). Hoje, isso já não é bem visto. Exagero ou fim de uma falta de respeito?

Algumas questões nos ajudam a refletir: o Rafinha queria de fato(literalmente) dizer aquilo ou foi uma elogio metaforizado? Se fosse alguém desconhecido seria visto da mesma maneira? Existe um limite entre o humor e o desrespeito? Como se faz essa distinção publicamente? Existe humor sem deboche?

Por outro lado: a “brincadeira” do Rafinha não foi excessiva ao mencionar o filho do casal? O humorista precisa apelar e ridicularizar uma pessoa pública para fazer graça? Deveríamos estar alimentando humores mais criativos e menos apelativos? Por se referir a uma pessoa pública, esta não deveria concordar com a brincadeira?

Qual a sua opinião? Comente.

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30
set

O populismo resiste

Um convite para pensar…

Mais notícias sobre o processo que tramita para cassação do mandato de prefeita de Rosinha Garotinho. Seu marido, Anthony Garotinho (atual deputado federal), domina a política de Campos (cidade ao norte do Rio de Janeiro), sendo radialista local há mais de trinta anos. Em 2008, Rosinha concorria a prefeitura e sua campanha conteve irregularidades segundo a legislação eleitoral – antecipou a sua propaganda política, por exemplo. Ela conseguiu ser eleita no primeiro turno. Finalmente agora, o Judiciário cassou seu mandato.

Imagem de Amostra do You Tube

O populismo da família Garotinho é tão poderoso, que o caso é abraçado por boa parte da população que ignora as arbitrariedades cometidas pela prefeita e deseja que ela permaneça no cargo. Até quando teremos que aturar esse tipo de política? Quando aprenderemos a exigir justiça, infra-estrutura e oportunidades em vez de benefícios momentâneos enganosos.

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29
set
13
set

Nós é que pagamos esta conta…

Um convite para pensar…

É comum assistirmos reportagens sobre corrupção, descontrole e incompetência na gestão do dinheiro público.

Entretanto, nem sempre “damos o nome aos bois”, ou seja, associamos essas práticas nefastas aos seus culpados. A impressão é de que o sistema é tão imundo que não é possível separar aqueles representantes que fazem bem o seu papel.

Recentemente, o UOL publicou uma reportagem com os valores e os nomes dos campeões de gastos. Entre eles é possível destacar o deputado fluminense mais votado nas últimas eleições: Anthony Garotinho. Ele conseguiu gastar este ano, por exemplo, quase R$40.000 com serviços postais. É realmente uma façanha!

Vale a pena conferir: http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/infografico/2011/07/13/saiba-quem-sao-os-campeoes-de-gastos-na-camara-dos-deputados.jhtm

 

 

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13
set

Brasileiro reclama do quê?

Esse é mais um texto de internet que todo mundo recebe. A única diferença é que esse está cheio de informação que gostaríamos de ignorar ou colocar na conta do outro. Além de longo, é radical, mas vale a pena, pois nossa sociedade está precisando de radicalizar o bem. Estamos vivendo a era do “desculpismo”. Quem nunca fez nada disso, publica aí…

O Brasileiro é assim:

Coloca nome em trabalho que não fez.

Coloca nome de colega que faltou em lista de presença.

Paga para alguém fazer seus trabalhos.

Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

Estaciona nas calçadas, muitas vezes debaixo de placas proibitivas.

Suborna ou tenta subornar quando é pego cometendo infração.

Troca voto por qualquer coisa: areia, cimento, tijolo, e até dentadura.

Fala no celular enquanto dirige.

Usa o telefone da empresa onde trabalha para ligar para o celular dos amigos (me dá um toque que eu retorno…) – assim o amigo não gasta nada.

Trafega pela direita nos acostamentos num congestionamento.

Para em filas duplas, triplas, em frente às escolas.

Viola a lei do silêncio.

Dirige após consumir bebida alcoólica.

- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

Espalha churrasqueira, mesas, nas calçadas.

Pega atestado médico sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

Faz “gato de luz, de água e de tv a cabo.

- Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado, muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

Compra recibo para abater na declaração de renda para pagar menos imposto.

- Emite carteira de estudante falsa para pagar meia entrada em cinema, teatro, etc.

- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou 10, pede nota fiscal de 20.

Comercializa objetos doados nessas campanhas de catástrofes.

Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

Adultera o velocímetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.

Compra produtos pirata com a plena consciência de que são pirata.

Substitui o catalisador do carro por um que só tem a casca.

Diminui a idade do filho para que este passe por baixo da roleta do ônibus, sem pagar passagem.

Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

- Frequenta os caça-níqueis e faz uma fezinha no jogo de bicho.

Leva das empresas onde trabalha, pequenos objetos, como clipes, envelopes, canetas, lápis… como se isso não fosse roubo.

Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

- Usa o computador do trabalho para fazer outras coisas.

- Faz trabalho mal feito só porque não gostou do que estava fazendo

Falsifica tudo, tudo mesmo… só não falsifica aquilo que ainda não foi inventado.

Quando volta do exterior, nunca diz a verdade quando o fiscal aduaneiro pergunta o que traz na bagagem.

Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E quer que os políticos sejam honestos….

Escandaliza-se com o mensalão, o dinheiro na cueca, a farra das passagens aéreas…

Esses políticos que aí estão saíram do meio desse mesmo povo, ou não? São a cara do povo ou não?

Brasileiro reclama de quê, afinal?

E é a mais pura verdade, isso que é o pior! Então, sugiro adotarmos uma mudança de comportamento começando por nós mesmo, onde e quando for necessário!

Vamos dar o bom exemploEspalhe essa idéia!

 

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