17
mai

Menino cria fliperama de papelão e vira referência de empreendedorismo

A história do Caine’s Arcade é para muito empresário de terno e gravata repensar a paixão com que toca o seu negócio. O vídeo abaixo mostra o fliperama que o menino de 9 anos fez utilizando caixas de papelão e como a internet ajudou a realizar o seu sonho: ter clientes. Os jogos vão desde basquete até aquelas garras para pegar bichos de pelúcia.

Assista o vídeo e veja como o cineasta Nirvan Mullick conseguiu engajar centenas de pessoas no Facebook para o flashmob que aconteceu no Caine’s Arcade. É emocionante e inspirador. Vale reparar o apoio e a motivação que o pai do menino dá para as ideias dele.

 

Fonte: Hypeness

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7
mai

Lições de um empresário radical

A história de hoje é de Ray Anderson. Este engenheiro americano fundou uma empresa de carpetes em 1973. Em 1994, preocupado com os rumos do planeta, ele leu um livro de Paul Hawken (The Ecology of commerce), onde o autor culpa a indústria em geral pela crise ecológica planetária e coloca nas mãos dos industriais as possíveis soluções.

Ray assumiu sua responsabilidade e resolveu liderar o setor pelo exemplo. Em 1996, ele lançou o plano Missão Zero, com o objetivo de zerar a pegada ecológica de toda a empresa. A meta era ousada, afinal a Interface fabrica carpetes. Para estimular seus colaboradores, ele criou a metáfora do Monte da Sustentabilidade, que seria alcançado pela empresa em 2020. Apesar de todas as contra-indicações, Ray e a Interface seguiram em frente e em 2008, a Interface já tinha reduzido em 71% a sua emissão de gases do efeito estufa, apesar de ter dobrado sua receita no mesmo período. Para se ter uma ideia, o Protocolo de Kioto renegado pelo governo americano, em 1995, pregava uma redução de 7%.

Desde o início, ele propôs três desafios: o que tomamos da terra, o que fazemos com todo esse material e energia e o que desperdiçamos ao longo do caminho. Hoje, Ray e sua empresa são referências mundiais de responsabilidade socioambiental.

Para saber mais sobre Ray Anderson, Interface e sua Missão Zero, recomendo o fantástico livro escrito por ele: Lições de um empresário radical (Editora Cultrix, 2011). O livro é uma aula de empreendedorismo, liderança, ambientalismo e ecoeficiência. Vale a pena!

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27
mar
21
mar

Petróleo ou livros?

Um convite para pensar …

Pensadores contemporâneos classificam nossa época como a Era do Conhecimento. Portanto, nada mais adequado do que associar conhecimento a riqueza. E foi exatamente isso que a OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico) defendeu em um estudo divulgado há duas semanas.

A organização realiza uma avaliação de aprendizagem – denominada Pisa – com diversos alunos na faixa de quinze anos, com o objetivo de estudar a qualidade da educação do país. Analisando os resultados, a OCDE publicou um artigo com o título Conhecimentos e habilidades são infinitos, o petróleo não é.

Resumidamente, o autor do artigo propõe a lógica de que a escassez de recursos naturais, com alto valor agregado, em determinadas nações gerou a necessidade de investimentos maciços em educação, promovendo um maior desenvolvimento socioeconômico. Por outro lado, a abundância de recursos provocou um comodismo e um descaso com a formação da população, mantendo a sociedade dependente de seu capital natural e da aquisição de tecnologia, exatamente dos países que mais investem em pesquisa e educação. Assim, essa dependência dos recursos naturais torna o quadro socioeconômico do país insustentável, visto a finitude de seus recursos, enquanto isso aqueles que investem em seu capital humano multiplicaram sua riqueza, inovando em tecnologia e eficiência.

O artigo destaca as políticas educacionais de países como Finlândia, Singapura e Japão, com limitações naturais notórias, mas que constam no top10 do Pisa e top30 do IDH 2011, e em ambas as listas a frente de potências econômicas e de países riquíssimos em petróleo e minérios.

Se não podemos limitar a análise dos resultados socioeconômicos de um país a fatores educacionais, também não podemos desconsiderar sua influência. Afinal, estamos na Era do Conhecimento.

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17
mar
7
mar
28
fev

Turmas dos 7 hábitos 2012

Queridos alunos do 1o e 2o anos de 2012,

Como em 2011, utilizaremos o Blog de Empreendedorismo para os posts relacionados aos 7 hábitos dos adolescentes altamente eficazes.

Por aqui você pode acompanhar:

  • Material utilizado nas aulas para download;
  • Posts com o conteúdo das aulas;
  • Posts com reflexões e debates relacionados ao conteúdo abordado.

Não deixem de participar e comentar semanalmente. Para ver os posts de 2011, visite a página do site do Intellectus clicando aqui.

Em breve postarei o conteúdo das três primeiras aulas.

Grande abraço.

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28
jan

Inclusão digital

No mundo todo, empresas, ONGs e governos se unem para garantir o acesso de comunidades carentes à tecnologia. Em 2012, milhares de crianças indianas receberão computadores de baixo custo. No Brasil e no Afeganistão, estudantes serão beneficiados pelos programas One Laptop Per Child e um computador por aluno

por Felipe Datt
Editora Globo 

SEM FRONTEIRAS | Sala de aula no Afeganistão: a OLPC distribuiu 5 mil laptops no país

O Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, que leva em conta igualdade social, expectativa de vida e acesso ao ensino fundamental, coloca a Índia na posição 134 — o Brasil, a título de comparação, é o número 84. Para mudar essa realidade, em 2012 o governo indiano irá subsidiar o Aakash, um laptop de baixo custo que será distribuído a milhares de alunos carentes. “Investimos US$ 5 milhões em pesquisas e entregaremos as primeiras 100 mil unidades em dezembro”, diz Suneet Singh Tuli, da DataWind, fabricante inglesa vencedora da licitação. Com sistema operacional aberto, baixo custo na produção da tela e grande escala, cada unidade custa apenas US$ 50.

Esta é apenas uma das iniciativas recentes de inclusão digital no mundo. A mais notória é a One Laptop Per Child (OLPC), criada em 2005 por membros do Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, com o objetivo de prover cada criança do planeta com um notebook de baixo custo. Para tanto, foi desenvolvido o XO, um computador com sistema operacional Linux desenhado especialmente para promover o aprendizado. Fabricado pela Quanta Computer, de Taiwan, e repassado a governos ou ONGs por US$ 190, foi distribuído a mais de três milhões de crianças em 42 países. Recentemente, a organização distribuiu cinco mil computadores no Afeganistão.

No Brasil, o governo federal criou um programa semelhante, com o nome de Um Computador Por Aluno. Na fase pré-piloto, computadores de baixo custo de três fabricantes foram distribuídos em cinco escolas. No ano passado, a fase piloto distribuiu 150 mil unidades produzidas pela CCE a 300 escolas. “A informática muda qualitativamente a maneira como as crianças lidam com o conhecimento”, diz o diretor de aprendizagem da OLPC no Brasil, Juliano Bittencourt.

Fonte: Pequenas Empresas Grandes Negócios

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17
nov

Tecnologia contra a miséria

Um convite para pensar …

Manchete dessa semana da Folha de São Paulo: “Índia cria tablet mais barato do mundo para favorecer pobres.” O artigo foi escrito por Thomas Friedman, colunista do New York Times.

Leia a matéria toda: http://noticias.uol.com.br/blogs-colunas/colunas-do-new-york-times/thomas-friedman/2011/11/15/india-cria-o-tablete-mais-barato-do-mundo-para-favorecer-classes-baixas.jhtm

O projeto começou quando Prem Kalra, diretor de um dos Institutos de Tecnologia da Índia, se perguntou: “A pessoa mais pobre da Índia poderia conquistar um pouco mais de poder na sociedade, ao receber os instrumentos básicos para adquirir qualificações suficientes para superar a pobreza abjeta?”. Isso quer dizer: fornecendo acesso a informação, um indivíduo poderia melhorar suas condições de vida e escapar da miséria?

Kalra e muitos acreditam que sim. Por isso que, quando procurado pelo governo, ele e seu instituto aceitaram o desafio de produzir uma ferramenta capaz de fornecer acesso à internet e consequentemente a múltiplas possibilidades de informação. Afinal, estamos na Era do Conhecimento e possuir habilidades requisitadas pelo mercado é a maneira de ser reconhecido e conseguir posições melhores. No último mês, o instituto apresentou o “Aakash” – que significa céu – o tablet mais barato do mundo que subsidiado custará cerca de US$30.

O país e a intenção em atender os mais pobres lembrou-me o autor C.K.Prahalad (saiba mais: http://en.wikipedia.org/wiki/C._K._Prahalad), falecido no ano passado. Ele foi o personagem mais emblemático a lutar por essa política: foco em soluções que atendam as necessidades das classes mais pobres. Segundo ele, a maioria das empresas só “olham” para os mercados A e B e esquecem de adequar serviços para a base da pirâmide social. De fato, a base é mais larga – cerca de 4 bilhões de pessoas no mundo – e pouco atendida  pelo mercado, o que multiplica as possibilidades de negócio.

 

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18
out

Martin Luther King: o empreendedor dos direitos civis

Uma história inspiradora…

Nem sempre os empreendedores estão ligados a empresas e lucro. O empreendedor antes de tudo é um realizador. Aqui está uma história de sonhos e realizações.

Em 15 de Janeiro de 1929 nasceu Michael Luther King, Jr. Ele trocou seu primeiro nome, posteriormente, para Martin. Pertencente a uma família com tradição batista praticante, Martin se torna pastor aos 25 anos, seguindo os passos de pai e avô.

As décadas de 50 e 60 são marcadas nos EUA pela intensificação da luta contra a segregação racial, explícita em muitos estados americanos. Movimentos como o Ku Klux Klan e o Conselho de Cidadãos Brancos promoviam atentados contra negros e multiplicavam o preconceito. O movimento pelos direitos civis dos negros, que tinha Luther King como um dos seus ícones, se destacou nessa época.

Diferentemente de outros movimentos, Luther King sonhava acabar com o preconceito através de uma a luta baseada na não-violência. Inspirado pelo cristianismo e por Gandhi, ele influenciou toda uma geração, promovendo boicotes em vez de atentados e marchas pacíficas ao invés de respostas violentas. Luther King considerava que “Quem vive pela espada, morre pela espada”. Seu grande momento foi durante a Marcha em Washington dirigida por ele. Autor de contundentes e inspiradores discursos, ele fez para 250.000 pessoas, em frente a um importante monumento americano, o seu discurso mais famoso: Eu tenho um sonho.

Eu tenho um sonho de que um dia esta nação se erguerá e experimentará o verdadeiro significado de sua crença: “Acreditamos que essas verdades são evidentes, que todos os homens são criados iguais”. Eu tenho um sonho de que um dia, nas encostas vermelhas da Geórgia, os filhos dos antigos escravos sentarão ao lado dos filhos dos antigos senhores, à mesa da fraternidade

As ações lideradas por ele promoveram grandes mudanças, como fim do transporte e ensino público segregacionistas. Martin Luther King Jr. foi assassinado em 4 de Abril de 1968, quando se preparava para uma marcha de protesto em Memphis. Porém, antes disso, escreveu quatro livros, viajou quase dez milhões de quilômetros divulgando suas idéias e foi o homem mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz, em 1963.

Há pouco tempo ele foi homenageado com um monumento em um local emblemático da capital norte-americana. Assista ao vídeo:

Imagem de Amostra do You Tube
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